Porque eu vou ao JF Summit 2026?

Todo ano eu escolho com cuidado os eventos em que vou investir meu tempo. E o JF Summit está, de novo, no topo dessa lista.

Tem algo simbólico em ter um evento desse porte acontecendo aqui, em Juiz de Fora. Não é fácil trazer para a nossa região um festival de negócios com a estrutura, o público e o nível de conteúdo que normalmente só grandes centros concentram. Por isso eu acho que prestigiar o JF Summit é também prestigiar a nossa cidade e o que ela é capaz de sediar. Nos dias 27 e 28 de agosto, Juiz de Fora vira, por dois dias, o centro de negócios da Zona da Mata.

Mas o que mais me atrai não é só o palco. É o tipo de gente que esse evento reúne: empresários, profissionais, terapeutas, gestores, gente que está construindo alguma coisa e não tem medo de dizer isso em voz alta. Quando você entra numa sala cheia de pessoas assim, o nível da conversa muda. As trocas ficam mais reais, mais generosas, menos sobre cartão de visita e mais sobre ideia.

As palestras que eu não posso perder

Tem um nome no line-up de 2026 que mexeu comigo de um jeito bem particular: Fernanda Venturini. Eu já joguei vôlei, então acompanhar a trajetória dela sempre foi uma referência para mim — uma das maiores levantadoras da história do vôlei mundial, medalhista olímpica, um nome que carrega disciplina e resiliência. Ela sobe ao palco do JF Summit para falar sobre envelhecer com saúde, longevidade e performance — e é exatamente aí que esse conteúdo conversa com o meu trabalho. Como psicanalista e terapeuta integrativa, vejo todos os dias como saúde física, saúde mental e longevidade não caminham separadas. Não dá para falar em envelhecer bem sem falar em como lidamos com pressão, cobrança e autoimagem. Uma atleta de alto rendimento entende, na pele, o que é sustentar performance sem adoecer — e isso também é uma conversa sobre saúde mental.

Outros três nomes completam minha lista de prioridades. Carlos Busch, referência em vendas na América Latina com passagem por Microsoft, Oracle e Salesforce, de quem quero entender como traduzir processo comercial em resultado real sem perder a parte humana da venda. Felipe Titto, que saiu da TV para construir uma holding com mais de 16 empresas, e de quem busco o insight sobre como transformar imagem pessoal em ativo de negócio. E Nina Silva, uma das lideranças mais respeitadas em tecnologia e inclusão no Brasil, cuja visão sobre inovação e representatividade tem tudo a ver com crescimento de negócio hoje.

São palestras diferentes, mas todas tocam num ponto em comum: performance sustentável, dentro e fora do palco. É isso que eu quero levar comigo para o consultório e para os meus projetos.

Mais do que palestras: uma experiência completa

Se você imagina o JF Summit como “só mais um evento de palestras”, está na hora de atualizar essa ideia. O palco principal é só uma parte da experiência. Ao redor dele, o evento monta uma estrutura pensada para gerar negócio, conexão e repertório o tempo todo: uma feira de negócios, com marcas e empresas apresentando soluções reais; arenas de conteúdo, com discussões mais próximas e aplicadas aos desafios de quem empreende ou lidera; um Pitch de Vendas, espaço para empresas apresentarem suas soluções a um público qualificado; e um happy hour, porque as melhores conexões, muitas vezes, acontecem fora do formato tradicional de palestra.

Na última edição, o JF Summit reuniu quase 6 mil pessoas, com 4 arenas simultâneas e 83 matérias publicadas em 13 veículos de imprensa. Isso não é coincidência: é a prova de que o formato funciona. O evento entende que negócio também se constrói em ambiente, em experiência, em gente encontrando gente.

O que eu aprendi participando de eventos assim

Uma das coisas que mais aprendi ao longo dos anos é que crescimento profissional quase nunca acontece sozinho, na rotina, atrás da mesa. Ele acontece no encontro. Na palestra que reorganiza uma ideia que você já tinha, mas não sabia nomear. Na conversa de corredor que vira parceria meses depois. Como psicanalista, vejo isso todos os dias: as pessoas que mais evoluem são as que se permitem sair do ambiente conhecido e se expor a novas referências, novas perguntas, novos espelhos. Eventos como o JF Summit funcionam assim — tiram você da bolha e te colocam diante de gente que pensa diferente e te desafia a repensar a própria trajetória.

Para quem é o JF Summit?

Uma pergunta que sempre aparece: “isso é pra mim?” A resposta é sim, se você é do tipo que quer estar do lado certo da porta — não só de quem acredita que as coisas podem melhorar, mas de quem quer fazer, transformar, realizar.

  • Está começando agora? Sim. É o momento de se cercar de referências e construir rede antes mesmo de precisar dela.
  • É empresário ou empreendedor? Sim. O evento foi desenhado para gerar negócio — na feira, nas arenas, no pitch de vendas, nas conversas informais.
  • É estudante? Sim. Poucas oportunidades colocam você, tão cedo na carreira, diante de referências nacionais de vendas, tecnologia e empreendedorismo, na sua própria cidade.
  • É profissional liberal, gestor ou executivo? Também. Se a sua rotina não te expõe a ideias novas, o JF Summit existe justamente para isso.

No fim, o evento não pergunta em que fase da carreira você está. Pergunta se você quer estar entre quem só observa ou entre quem constrói.

O momento certo para garantir seu ingresso

Faltam poucas semanas para os dias 27 e 28 de agosto, e a pré-venda está com o menor valor de toda a campanha — nenhum lote futuro vai chegar a esse preço. Se o seu objetivo é crescer em carreira, em negócio ou em rede de contatos, o retorno de dois dias bem investidos costuma superar em muito o valor do passaporte.

Garanta o seu com o meu link, que já vem com desconto:

👉 uniticket.com.br/eventos/jf-summit-2026?code=HelenCouto

Te vejo lá dentro. 💜

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